06 maio 2022

Dicas para cuidar dos pets no inverno - Parte 1

 

Veterinários orientam sobre quais são os cuidados necessários 

para prevenir que cães e gatos adoeçam durante a estação.



COMO CUIDAR DOS SEUS PETS DURANTE O INVERNO - PARTE 1




O inverno começa oficialmente no dia 21 de junho, mas o frio já chegou em muitas partes do Brasil. Neste período, é importante manter-se agasalhado para evitar as baixas temperaturas. Com os pets, não é diferente. É preciso redobrar os cuidados, pois eles possuem sensibilidade ao clima e tendem a sofrer com as baixas temperaturas.

Alguns tutores acreditam que os pelos dos cães são suficientes para os manterem aquecidos durante esses períodos, mas não é bem assim. Assim como um casaco às vezes não é suficiente para nos aquecer, os pêlos podem não ser suficientes para manter o seu companheiro aquecido.

Apesar de algumas raças de cachorro se adaptam melhor ao inverno ou outros períodos com temperaturas abaixo da média -como é o caso do São Bernardo, do Samoieda e do Husky Siberiano, - ainda assim é preciso tomar alguns cuidados com os cães e gatos no inverno. As temperaturas baixas também podem afetá-los e trazer uma série de complicações, principalmente para aqueles que possuem uma pelagem mais curta.

Os ventos gelados e a baixa temperatura aumentam os riscos de eles contraírem gripe, dentre outras enfermidades. Animais idosos e filhotes são os mais suscetíveis, mas isso não quer dizer que os demais não devam receber atenção. Qualquer animal, em qualquer idade, pode sofrer com o inverno. Os dias mais curtos, a menor quantidade de luz natural e as temperaturas mais baixas provocam mudanças fisiológicas importantes. Por isso, os cuidados com pets no frio devem ser observados.

Mas afinal, que cuidados são esses? O que é preciso fazer pelos cães e gatos para que eles fiquem mais protegidos e confortáveis durante o outono e o inverno? Veja as dicas que separamos para você!




1. HIGIENE ADEQUADA



  • Muitos veterinários ressaltam que durante o inverno é válido reduzir a frequência de banhos, para que o seu pet não seja exposto a choques térmicos, nem perca a proteção natural da sua pele. O ideal é fazer a higiene do seu pet ao menos uma vez por semana, contudo, nos dias mais frios, essa periodicidade pode variar. Você pode, também, alternar banhos tradicionais com banhos a seco — existem produtos específicos para isso nos pet shops.


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  • Nos dias frios em que for necessário o banho, aqueça um pouco mais a água, que deve estar morna, e fique atento aos horários, dando preferência às horas mais quentes do dia.

  • Após o banho, seque devidamente a pelagem do seu pet com um secador de cabelo (não deixando pele e pêlos úmidos) para evitar que o seu amigo fique molhado por muito tempo. Cuide para não ferir a pele do animal com o calor. A secagem evitar a proliferação de fungos e outros parasitas no pêlo. O pet exposto à umidade se torna mais suscetível a problemas de pele.

  • Evite sair com o seu cão ou gato para a rua logo após o banho. O ideal é só deixá-lo sair à rua depois de, pelo menos, 30 minutos.

  • A escovação diária é uma ótima opção para reduzir o número de banhos, uma vez que ela ajuda na limpeza do pelame, retirando as sujidades e os pelos mortos aderidos, dando um aspecto de brilho e maciez, além do carinho promovido ao animal. Gatos também adoram ser escovados!


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  • A frequência das tosas higiênicas deve ser mantida, mas, como os pêlos são a proteção natural dos animais, no inverno, evite tosas muito baixas, preferindo apenas aparar as pontas dos pêlos.

  • Além dos banhos, ainda é importante lembrar de trocar as cobertas, limpar a casinha e manter os potes de comida e água sempre higienizados.



2. SAÚDE DO SEU PET NO INVERNO

Doenças de inverno


  • Qualquer animal, em qualquer idade, pode sofrer com o inverno. Os dias mais curtos, a menor quantidade de luz natural, o clima seco, e as temperaturas mais baixas provocam mudanças fisiológicas importantes.

  • A maior parte das doenças de inverno que acometem os pets são as doenças de Vias Respiratórias. Cães e gatos doentes podem apresentar sintomas, como: tosse, espirros, secreção nasal (coriza), olhos lacrimejantes, febre, letargia, perda de apetite, dificuldade de respirar ou ainda respiração rápida (em geral curta e com ruídos, devido à secreção).

  • Há alguns grupos que exigem mais atenção: pets com problemas crônicos, (especialmente ortopédicos e cardíacos), podem ter o quadro agravado durante o frio. Cães e gatos filhotes e idosos podem estar mais suscetíveis a doenças também, como a gripe canina e a rinotraqueíte viral felina, por exemplo.

  • Com a sensibilidade mais aflorada, as dores articulares também aparecem com frequência. Casos de artrose ou displasia exigem cuidados veterinários e o ideal é que se cuide para que a casa sempre esteja com uma temperatura agradável para o pet."

  • Nas estações mais frias, evite locais com aglomerações de animais. Para o passeio diário, procure sair nas horas de mais sol. Durante os períodos mais secos, o uso de umidificador de ar em casa evita diversos problemas respiratórios em cães e gatos.




Vacinação em dia 


  • Assim como nos seres humanos,  a gripe dos cachorros e gatos pode atingir mais os pets expostos ao frio. Por isso, é necessário protegê-los devidamente.  As doenças respiratórias  acontecem durante o ano todo, porém, há uma circulação ainda maior no inverno, época em que as casas mantêm portas e janelas fechadas, diminuindo a circulação do ar.

  • Manter a vacinação em dia é essencial para garantir a saúde dos pets no inverno. As vacinas os protegem de diversos patógenos, altamente contagiosos e causadores de doenças potencialmente fatais ou que deixam sequelas. 

  • Todos os animais devem ser vacinados (independente da época do ano), mesmo se forem resgatados já adultos. Para cães, as obrigatórias são: a V8 ou V10 (conhecida como vacina das doenças) e a raiva. A vacina da tosse dos canis não é obrigatória porém é essencial. Para os gatos as obrigatórias são: a V4 e a raiva. Assim como nós, a vacinação é um modo de prevenção para nossos filhos de 4 patas não contraírem doenças.

  • Já estão disponíveis versões intranasais para algumas vacinas, não sendo sempre necessário usar as injetáveis. Consulte seu veterinário de confiança para saber quais as vacinas são mais recomendadas no caso do seu pet.






3. HIDRATAÇÃO E ALIMENTAÇÃO



Hidratação

    • Nesta estação, a ingestão de água fica comprometida por causa da queda nos termômetros. Portanto, para estimular a hidratação do pet, a recomendação é que o tutor espalhe vários potinhos de água fresca pelos ambientes da residência.


Alimentação


  • O cuidado com a alimentação deve ser durante o ano todo. Contudo, nas estações mais frias, algumas pessoas pensam que é preciso aumentar a quantidade de ração, sob a justificativa de que os animais precisam de mais calorias para se aquecerem.

  • Isto está correto no caso dos cães, que, assim como nós, sentem mais fome no inverno. Isto acontece porque para manter a temperatura corporal gastam mais energia. É necessário, porém, ficar atento à forma física do seu companheiro. Com mais comida e menos atividade física, a tendência é engordar. Por isso, a recomendação geral dos veterinários é aumentar em, no máximo, 20% a quantidade de comida para o pet no inverno, para evitar o sobrepeso e a obesidade. Atualmente há inclusive colheres medidoras que facilitam pesar a quantidade certa de ração para seu companheiro.

  • Já no caso dos gatos, que gostam de dormir mais durante o frio, estes tendem a comer e beber menos. Por isso, os alimentos úmidos são as melhores opções para garantir a hidratação.

  • Em todos os casos, o segredo é oferecer um alimento de qualidade, sempre.




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O ARTIGO CONTINUA!!!!

02 maio 2022

DICAS PARA VIAJAR COM SEU AMIGO PET




Dicas para viajar com seu CÃO ou GATO







Viagem com animais de estimação é uma tendência que vem crescendo no Brasil.   

Afinal, quem já viajou com seu animal de estimação sabe que a presença dele torna os momentos de descanso ainda mais divertidos.   Entretanto, não basta apenas colocá-lo no carro e pegar a estrada rumo ao destino escolhido. Alguns cuidados são necessários para evitar problemas para você e seu pet.  

Por isso, separamos algumas dicas para viajar com cachorro de carro. Confira:



Saúde:

Se você planeja fazer uma viagem de carro com seu bichinho, primeiramente verifique com o médico veterinário se as vacinas, vermífugo e anti pulgas estão em dia. Aproveite a consulta e peça a indicação de medicamentos em caso de incidentes como, por exemplo, enjoos, alergias e pequenos ferimentos. É importante ressaltar que só o veterinário saberá a dosagem correta para seu animal. Portanto, não arrisque medicá-lo por conta própria sem antes consultar um profissional do ramo.



Alimentação:

Recomenda-se evitar ração, água ou qualquer outro alimento para o cachorro 4 horas antes da viagem, pois isso pode causar enjoo e alterar seu sistema digestivo. Durante a viagem de carro, dê apenas pequenas quantidades de água para hidratá-lo e evitar vômitos.



Segurança:

O transporte irregular de animais de estimação no carro pode acarretar em multa e alguns pontos na carteira. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, é proibido transportar animais em partes externas do veículo, dirigir com animais à sua esquerda e entre os braços ou pernas. Para evitar transtornos e garantir uma viagem mais segura, orienta-se mantê-lo preso. Isso pode ser feito com uso de caixa de transporte, cinto adaptador ou cadeira própria para cachorros (fotos abaixo). E, muito importante lembrar: jamais deixe seu pet viajar com a cabeça para fora da janela. 


Os adaptadores de cintos de segurança proporcionam bastante proteção ao seu cãozinho.  Os modelos de  "cadeirinhas"  de viagem,  são bem mais confortáveis, e igualmente seguras, e por esta razão exigem um investimento um pouco maior.  Nas fotos a seguir estão os modelos mais usados e mais indicados. Podem ser adquiridos na loja da Amazon,  basta clicar na foto. 






Bem-estar:

Você pode reduzir o estresse do seu cachorro levando objetos que ele esteja familiarizado, como a cama, cobertor, brinquedos, bebedouro e comedouro. Lembre-se de manter a temperatura do carro agradável, ou seja, não abuse do ar condicionado no quente ou no frio.


Não esqueça de levar o cobertor e os brinquedos de seu pet
 para que ele possa dormir e se distrair na viagem.



Paradas:

É preciso ter paciência ao viajar com cachorro de carro. Programe paradas a cada duas horas para que seu bichinho possa defecar, urinar, beber água e esticar um pouco as patinhas.


Limpeza:

Para evitar transtornos com sujeiras no estofado do seu banco traseiro, utilize uma capa protetora ou coloque fralda veterinária no seu cachorro.  Existem diversos modelos de capa protetora para o banco traseiro. O ideal é que ela se adapte bem ao espaço de seu carro, proporcione conforto ao seu pet e seja de boa qualidade. Nas imagens a seguir, algumas das capas mais vendidas e com ótimas avaliações. Você pode encomendar e receber no conforto da sua casa. Clique na foto e sejá direcionado para o site. 






Onde ficar?

Durante o planejamento da viagem é importante pesquisar e reservar antecipadamente um hotel que aceite cachorro e ao mesmo tempo atenda suas necessidades. Muitos hotéis hoje em dia contam com o serviço pet friendly e permitem até 01 (um) animal de pequeno porte por apartamento que esteja com a carteira de vacinação em dia.


Para mais informações clique aqui e leia nosso artigo sobre as melhores redes de hotel pet friendly, e sempre entre em contato com a equipe de atendimento do hotel escolhido antes de sair.  Isso tornará sua viagem, e de seu melhor amigo, mais proveitosa, confortável e adequada.  




Artigo adaptado; original em https://www.deville.com.br/blog/dicas-de-viagens/dicas-para-viajar-com-cachorro-de-carro.

Foto: Pixabay https://pixabay.com/images/id-89247/